Gulliver+1992+Nova+Era
A primeira versão dos "Registros de Descoberta da Esfera Terra" foi feita na Boa Esperança do Córrego São Domingos, no ano indicado de 1992... ainda no tempo da datilografia.
Discursando em Ottawa, a 31 de março de 1958, Smith declarou ainda:
“Essa gente do espaço sideral demonstrou grande paciência e compreensão para sobrepujar os preconceitos e as informações erradas que eu havia acumulado durante anos.
“Uma das coisas mais importantes que tive de perceber foi a de que não estamos sós. A raça humana na forma do homem estende-se por todo o universo, sendo muito antiga. A sua aparência física é uma só, entre as muitas manifestações pelo caminho da evolução.
“A nossa civilização aqui na Terra atualmente é apenas uma das muitas que já vieram e se foram. Esse planeta já foi colonizado muitas vezes por povos de outros lugares, e a nossa atual raça humana é de irmãos consanguíneos dessa gente. É de admirar portanto que estejam interessados em nós?
“Falam-nos sobre as impropriedades de nossa Ciência, e dão-nos um fundamento básico para uma nova Ciência, que é ao mesmo tempo mais simples e contudo mais atraente do que essa monstruosidade matemática que conjuramos.
“Novamente nos dizem que as nossas idéias científicas são erradas e impróprias, e foram feitas experiências, e em todos os casos, a Ciência estrangeira provou estar certa.”
Esse discurso aparece em A Speech, na edição de Sep-Oct de 1963 da Flying Saucer Review. A História dos Discos Voadores (The Flying Saucer Story, Neville Spearman, 1966), Brinsley Le Poer Trench; pags. 164/68.
Segunda Edição
Para uma nova edição de Gulliver_1992, a versão sobre a crucificação do Jesus, ao final do Capítulo VI, foi revisada: a versão adotada agora foi a de Nicolai Notovich, que afirmou em 1894, em Paris, que Jesus havia de fato sobrevivido à crucificação, e fôra viver até idade avançada na Cachemira. Ele havia obtido esta informação num monastério no Tibet. Esta versão tem sido confirmada por comunicados teosóficos recentes, que aprofundaram intensamente as explicações sobre Jesus. Ele é tido como uma encarnação especial aqui na Terra de um tipo humano ancestral, que ainda pertence à sua longa vida num planeta muito avançado do Sol Alcyone...
Uma Senhora não identificada estava visitando a Galiléia em 1967, quando um grupo de missonários “pleiadeanos” lhe deu de presente, no filme fotográfico de sua máquina Kodak – esta foto do Sr. Jesus Nazareno, no dia em que ele estava bastante revoltado com os Fariseus... Ao lado dele, seu tio Arimatéia, e seu irmãozinho James... Ele não deveria ter ido a Jerusalém, para desafiar os Fariseus... Uma armadilha cruel lhe estava sendo preparada...
Existem vários sóis, e vários mundos, que têm civilizações de nosso tipo humano no que se denomina As Plêiades: Esu Kumara, como muitos avatares que alcançaram a forma humana como corpo luminoso na eternidade, encarnou na forma humana mortal dos terrenos, para dar um “apoio técnico”... com tantas consequências!!
Parece que ele não precisava ir a Jerusalém naquela data... Entretanto, a continuação de sua vida terrena na Índia, estaria de acordo com um projeto original. Ele se chamava “Imanuel”, e não “Jesus” – que tinha sido o apelido dado pelos Fariseus: “Jeshua” significava “chefe guerreiro”, o que vinha da acusação de que Imanuel estaria comandando uma “revolta contra a administração dos romanos”, que nem eles mesmos acreditaram, etc, etc...
Revisão
A versão oriental aparece em A Vida Secreta de Jesus, Paris, 1894, de Nicolai Notovich, que visitou um monastério tibetano e tomou conhecimento dos registros. (Nina Palme)
Além disso, apenas duas outras passagens importantes foram revistas:
No Livro I, a referência casual e lendária ao G.I.Gurdjieff [Jurjizada] foi diminuída.
E as descrições sobre civilizações humanas no Sistema Solar, apresentadas por Kraspedon nos anos 50, foram revistas – Veja na página Federação Galáctica.
O Livro I e Livro V são retratos em fábula da vida na Terra no séc. XX. O Livro II, Livro III, e Livro IV, mantêm a fábula do visitante gulliveriano, mas os dados agora são perfeitamente históricos, documentais, baseados em relatos de autoridades militares e governamentais, e de cidadãos idôneos e respeitados.




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