quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Gulliver_1992




Primeira edição nos sebos:
Gulliver+1992+Nova+Era

O texto de Gulliver 1992 (Registros de Descoberta da Esfera Terra) foi revisado e finalizado para nova edição. Se você tem alguma proposta editorial, mande seu recado para: moronibarroso313@gmail.com





A primeira edição de Gulliver 1992 foi lançada em 1999. Todo o extenso relatório sobre os visitantes continua ignorado pelas Autoridades durante 70 anos! Em toda parte em nossa sociedade os cidadãos permanecem perplexos e desconfiados a respeito do visitantes; a pluralidade dos mundos habitados não é um assunto que os jornalistas entendam bem, e nada eles conseguem explicar ao público; como múmias autistas, os cientistas permanecem encerrados em seus sarcófagos arqueológicos passadistas e nada têm a dizer a respeito...


A primeira versão dos "Registros de Descoberta da Esfera Terra" foi feita na Boa Esperança do Córrego São Domingos, no ano indicado de 1992... ainda no tempo da datilografia.


Veja um recorte do Cap. XVI - Os Visitantes da Comunidade dos Mundos:

Capítulo XVI - nota 6
De acordo com Le Poer Trench, [o cientista e engenheiro] Wilberth Smith, antes de trabalhar na Radio Regulations Engineering, do Departamento de Transportes do Canadá, fora “encarregado da primeira estação de localização de discos voadores oficial do mundo, localizada em Shirley Bay, Ottawa”.
  Discursando em Ottawa, a 31 de março de 1958, Smith declarou ainda:
  “Essa gente do espaço sideral demonstrou grande paciência e compreensão para sobrepujar os preconceitos e as informações erradas que eu havia acumulado durante anos.
  “Uma das coisas mais importantes que tive de perceber foi a de que não estamos sós. A raça humana na forma do homem estende-se por todo o universo, sendo muito antiga. A sua aparência física é uma só, entre as muitas manifestações pelo caminho da evolução.
  “A nossa civilização aqui na Terra atualmente é apenas uma das muitas que já vieram e se foram. Esse planeta já foi colonizado muitas vezes por povos de outros lugares, e a nossa atual raça humana é de irmãos consanguíneos dessa gente. É de admirar portanto que estejam interessados em nós?
  “Falam-nos sobre as impropriedades de nossa Ciência, e dão-nos um fundamento básico para uma nova Ciência, que é ao mesmo tempo mais simples e contudo mais atraente do que essa monstruosidade matemática que conjuramos.
  “Novamente nos dizem que as nossas idéias científicas são erradas e impróprias, e foram feitas experiências, e em todos os casos, a Ciência estrangeira provou estar certa.”
  Esse discurso aparece em A Speech, na edição de Sep-Oct de 1963 da Flying Saucer Review. A História dos Discos Voadores (The Flying Saucer Story, Neville Spearman, 1966), Brinsley Le Poer Trench; pags. 164/68.

Como depoente dos anos 70, Le Poer Trench é nada mais do que o Conde de Clancarty, membro da Câmara dos Lordes, portanto um aristocrata digno da mais alta credibilidade pública. Assim como muitos outros autores ingleses e franceses da época, Le Poer Trench escreveu alguns livros para o público bem-educado (por suposto, com valor histórico, jornalístico) sobre os tipos humanos de outros mundos que se movimentavam discretamente em nossa sociedade, assim como haviam feito em todo o percurso histórico. Já nos anos 60, as imagens dos visitantes nada tinham a ver com "aliens", "fenômenos-ufo", seres esquálidos, etc. Era evidente o caráter civilizatório, solidário ou missionário.

Segunda Edição

Para uma nova edição de Gulliver_1992, a versão sobre a crucificação do Jesus, ao final do Capítulo VI, foi revisada: a versão adotada agora foi a de Nicolai Notovich, que afirmou em 1894, em Paris, que Jesus havia de fato sobrevivido à crucificação, e fôra viver até idade avançada na Cachemira. Ele havia obtido esta informação num monastério no Tibet. Esta versão tem sido confirmada por comunicados teosóficos recentes, que aprofundaram intensamente as explicações sobre Jesus. Ele é tido como uma encarnação especial aqui na Terra de um tipo humano ancestral, que ainda pertence à sua longa vida num planeta muito avançado do Sol Alcyone...


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma Senhora não identificada estava visitando a Galiléia em 1967, quando um grupo de missonários “pleiadeanos” lhe deu de presente, no filme fotográfico de sua máquina Kodak – esta foto do Sr. Jesus Nazareno, no dia em que ele estava bastante revoltado com os Fariseus... Ao lado dele, seu tio Arimatéia, e seu irmãozinho James... Ele não deveria ter ido a Jerusalém, para desafiar os Fariseus... Uma armadilha cruel lhe estava sendo preparada...
Existem vários sóis, e vários mundos, que têm civilizações de nosso tipo humano no que se denomina As Plêiades: Esu Kumara, como muitos avatares que alcançaram a forma humana como corpo luminoso na eternidade, encarnou na forma humana mortal dos terrenos, para dar um “apoio técnico”... com tantas consequências!!
Parece que ele não precisava ir a Jerusalém naquela data... Entretanto, a continuação de sua vida terrena na Índia, estaria de acordo com um projeto original. Ele se chamava “Imanuel”, e não “Jesus” – que tinha sido o apelido dado pelos Fariseus: “Jeshua” significava “chefe guerreiro”, o que vinha da acusação de que Imanuel estaria comandando uma “revolta contra a administração dos romanos”, que nem eles mesmos acreditaram, etc, etc...


Revisão
[página 65] A encarnação do avatar Jesus Nazareno ao final do século 27, junto ao povo Cananeu, deu nascimento ao calendário e à religião cristã. Dotado de grande capacidade psíquica, o líder espiritual Jesus passou parte de sua vida no Oriente, junto à ordem iniciática dos Essênios, visitando o País da Índia e o Ocidente Romano. Ao retornar a seu povo, encontrou dificuldades em sua tarefa espiritual pois, de acordo com as lendas religiosas, ele teria sido terrívelmente sacrificado, pregado a ferros numa estaca cruzada, por ter desafiado a legalidade romana imperante. Apesar disso, ele teria sido reconhecido como o Cristo, isto é, o Filho do Deus-Pai. Na canônica religiosa ocidental, o sacrifício do avatar serve para a prova de sua imortalidade, uma vez que ele depois teria retornado redivivo a seus discípulos, antes de realizar seu regresso ao mundo eterno. Numa outra versão dos monastérios orientais, o avatar teria sido recuperado e curado de seus ferimentos por seus protetores celestiais, se despedindo de seus discípulos em seguida, para se refugiar na Índia, onde viveu uma vida muita longa e discreta. (IV)
[página 68] (IV) Sob alguns aspectos, o sacrifício do Nazareno sugere a consequência de um desafio que este teria feito à ordem moral e religiosa do estamento hebreu, portanto não às autoridades imperiais romanas. A versão oriental parece se confirmar em que o sacrifício do herói religioso foi na verdade um acidente imprevisto, daí a razão para uma intervenção dos seres celestiais para uma verdadeira ressurreição fisica, de modo que seu valioso trabalho não se interrompesse. Ele teria vivido até avançada idade terrena na região da Cachemira, próxima às montanhas onde os monastérios budistas guardaram os registros históricos a seu respeito.
A versão oriental aparece em A Vida Secreta de Jesus, Paris, 1894, de Nicolai Notovich, que visitou um monastério tibetano e tomou conhecimento dos registros. (Nina Palme)


Além disso, apenas duas outras passagens importantes foram revistas:
No Livro I, a referência casual e lendária ao G.I.Gurdjieff [Jurjizada] foi diminuída.
E as descrições sobre civilizações humanas no Sistema Solar, apresentadas por Kraspedon nos anos 50, foram revistas – Veja na página Federação Galáctica.
O Livro I e Livro V são retratos em fábula da vida na Terra no séc. XX. O Livro II, Livro III, e Livro IV, mantêm a fábula do visitante gulliveriano, mas os dados agora são perfeitamente históricos, documentais, baseados em relatos de autoridades militares e governamentais, e de cidadãos idôneos e respeitados.




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