domingo, 20 de julho de 2025

O Segredo das Galaxias


A Galáxia Catavento, descoberta por Pierre Méchain em 1781, foi incluída no catálogo de Messier do mesmo ano, com o número 101. O avanço da telescopia no séc. 20 poderia ter permitido que os cientistas fizessem uma segura conjectura acerca das Galáxias... Que elas são corpos orgânicos e vitalizados, como Caracóis que giram a partir de um centro de força e radiação... o qual certamente é a Origem da Galáxia:


Não uma expansão e posterior contração puramente gravitacional num espaço homogêneo, mas um centro de produção da matéria, a partir de estados de energia mais intensos, que não são visíveis, mas são pressupostos. A expansão das galáxias não seria consequência de uma explosão de um núcleo quente giratório, que lançaria matéria no espaço, a qual, por efeito de atração da matéria, entraria numa espiral móvel, retornando ao centro. Se fosse assim, as galáxias se expandiriam e depois se recolheriam, numa triste noite entrópica.
Ou seja, a complexidade de nossa matéria como resultado de uma complexidade maior; e não, ao contrário, conforme suposto pela ciência do séc. 19, uma evolução da matéria simples até o mais complexo e organizado.
A Galáxia Catavento é bastante semelhante à nossa própria galáxia.



Galáxia Messier 31 Andrômeda ou NGC 224 = Sendo visível a olho nu no hemisfério norte em noites claras ao fundo da constelação de Andrômeda, esta galáxia recebeu o mesmo nome da constelação, que veio de uma princesa grega mitológica. Catálogos Persas do século 10 já a identificavam, mas para os antigos as formas nebulosas das galáxias visíveis não se distinguiam das estrelas.
Até o séc. 19, já sendo avistadas pelos telescópios, as galáxias eram tidas apenas como “nebulosas”. Messier a incluiu em seu catálogo em 1764. Com o advento da espectroscopia, Willian Huggins descobriu que muitas nebulosas eram aglomerados de milhares de estrelas distintas, o que incluía a M. 31. Em 1887 Isaac Roberts conseguiu as primeiras fotografias telescópicas da M. 31 em que ela aparecia com sua forma espiralada. Andrômeda é a “irmã” mais próxima de nossa própria Galáxia, num conjunto local de semelhantes. São parecidas, mas Andrômeda é bem maior.
Nossa própria Galáxia, espiralada (nem todas são), é comumente conhecida como Via Láctea, o que causa uma certa confusão, porque “Via Láctea” pode designar também apenas o centro luminoso da Galáxia...
Muitos termos da Astronomia são ainda pouco compreendidos pelos cidadãos das sociedades modernas... Por exemplo, “Constelação” não significa estrelas próximas entre si, mas apenas a superposição de suas aparições segundo um ângulo do observador terrestre.
Por exemplo, dentro da Constelação Andrômeda, a Galáxia Andrômeda estaria a 2,54 milhões de anos-luz de distância do nosso Sol, a estrela Alpha somente a 97 anos-luz, e a estrela Beta a 200 anos-luz.

Já a mensuração das distâncias cosmográficas em anos-luz pode dar ao cidadão uma impressão de que estamos encerrados numa microscopia: Há uma certa quantidade de estrelas que estão numa faixa de 100 ou 200 anos-luz de distância. São distâncias impraticáveis para qualquer viajante em nossa física. Mesmo que alguém viajasse a 30 mil km por segundo, 10% da velocidade da luz, levaria 2 mil anos para visitar Beta de Andrômeda. A partir disso, nossos cientistas profissionais decidiram que não poderiam levar a sério as notícias sobre os visitantes estelares.


Galáxia Messier 94 ou NGC 4736, também descoberta por Pierre Méchain em 1871 e incluída por Messier em seu catálogo 2 dias depois. Se encontra a 14,5 milhões de anos-luz de nosso sistema solar.




Entretanto não existe a mínima garantia de que o universo se estenda num mesmo espaço cartesiano homogêneo em 3 vetores ortogonais, tal como todos nós supomos existir em volta da Terra.
É bem provável que a espacialidade cartesiana à qual estamos acostumados possa ser abandonada de N maneiras, para se atingir outras espacialidades, igualmente presentes. É muito mais provável que os viajantes não necessitem "viajar à velocidade da luz" para cruzar entre as estrelas... Eles devem cruzar distâncias muito menores do que aquelas que nos parecem reais.
Vórtices e portais de espaço-tempo são hipóteses dos cientistas "oficiais" e das "science fictions”... Mas a dificuldade aí parece estar em que seria em termos de temporalidades diferentes que as "dimensões" se definem. Há muitas versões sugestivas acerca de "dimensões", mas como elas poderiam mesmo ser definidas?
A noção dos "estados de frequência", da matéria, ou dos viventes em seus corpos, é um pressuposto comum em todos os depoimentos dos viajantes. Numa primeira definição, o Universo teria Densidades fundamentais, para a manifestação de matéria e energia, o que seriam também frequências fundamentais, como no modelo musical e no modelo quântico para as partículas. Dentro de cada densidade, as "dimensões" seriam de início apenas frequências próprias de cada manifestação. Além disso, haveria uma orientação típica de polaridade (orientação vetorial) conjunta de cada manifestação. As condições de espaço e de tempo podem surgir somente a partir deste "endereço", ou definição física inicial.

Veja-se ainda que uma refração generalizada da luz das galáxias (e das estrelas, aqui em nosso Habitat Espiralado) pode dar a impressão de que elas seriam muito mais numerosas do que são de fato...
No campo da Astronomia já se constatou regiões do universo próximo onde a refração da luz através de camadas espessas produz efeitos em que as galáxias aparecem várias vezes, em várias camadas simultâneas, nas fotos... Ou seja: O Universo não seria tão numeroso, tão grande, quanto parece - e os humanos, nem tanto micróbios!


Nenhum comentário:

Postar um comentário